A Amee convidou a Gabi (@gabirinja ), com seu estilo único, para fazer essa arte incrível que nos transporta para o nosso interior : “Amee a ti mesmo”.
Mais que uma frase que inspirou o nome da marca, ela representa um estilo de vida. Uma imersão ao autoconhecimento buscando suas próprias verdades e caminhos nesse mundo caótico. E tudo isso olhando com o coração.
Essa arte estampou vários produtos como shapes, camisetas, croppeds, bonés, entre outras peças que estão sendo lançados em partes até outubro. Pra você que gosta do streetwear com originalidade, vai adorar essas peças confortáveis de qualidade.
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Sobre a Gabirinja
Gabi é skatista, paulistana com 26 anos e 15 anos de skate. Atualmente mora em Barcelona onde alem de andar de skate também faz tatuagens autorais com seu estilo único. Sua característica principal são as letras de pixo ou tags referencia streetwear.
Gabi na revista Into the Mirror
crooked
Tatuagem
Gabi
Expo em Barcelona
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Skate, arte e moda: por que essas três linguagens andam juntas?
Skate, arte e moda streetwear fazem parte de uma mesma história: a história da cultura urbana. Muito antes de o streetwear chegar às grandes vitrines e o skate conquistar novos espaços, essas linguagens já se encontravam nas ruas, nas pistas, nos muros, na música e na maneira de se vestir.
Santa Cruz- anos 70
Stussy- anos 80
Vans – anos 70
Mais do que uma tendência de moda, o streetwear ligado ao skate nasceu da necessidade de expressão, identidade e pertencimento. Ao longo das décadas, skatistas, artistas, músicos, designers e marcas independentes ajudaram a construir uma estética que continua influenciando a moda contemporânea.
Anuncios marca Stussy 90’s
Mas como skate, arte, música, grafite e moda streetwear ficaram tão conectados?
A cultura do skate vai muito além das manobras
Para entender essa relação, é preciso olhar para o skate como uma manifestação cultural.
O skate transformou a maneira como muitas pessoas enxergam a cidade. Calçadas, escadas, corrimãos, bancos e praças deixaram de ser apenas elementos urbanos e passaram a fazer parte de uma nova forma de expressão.
O skatista observa o espaço de maneira diferente. Encontra possibilidades de movimento, cria novas linhas e transforma obstáculos em desafios.
Essa liberdade de interpretação aproxima o skate da arte.
Assim como um artista utiliza diferentes materiais para transformar uma ideia em imagem, o skatista utiliza o próprio corpo e o ambiente urbano para criar movimento.
Por isso, o skate sempre esteve relacionado a outras manifestações culturais, como música, fotografia, cinema, grafite, design e moda.
Skate e arte: quando o shape vira uma tela
Um dos exemplos mais evidentes dessa relação está nos próprios shapes.
Ao longo da história do skate, os shapes passaram a receber ilustrações, fotografias, personagens, colagens, símbolos e tipografias. O espaço que inicialmente tinha uma função esportiva também se tornou uma superfície para expressão artística.
shape Amee com a arte do Grão. Shape que ganhou premio de melhor desenho em shape no STU Awards
A arte aplicada ao skate ajuda a construir a identidade de uma marca, de um artista ou de uma determinada geração.
Por isso, um shape pode representar muito mais do que um equipamento.
Ele pode carregar uma história, uma referência cultural ou uma ideia.
shape Amee com arte da artista e skatista mirim – Alice Marques de apenas 11 anos
O mesmo acontece com camisetas, moletons, bonés, pôsteres e outros produtos ligados ao streetwear. A imagem passa a fazer parte da identidade de quem usa.
A influência do grafite e da arte urbana
A relação entre skate e grafite também ajudou a formar a estética da cultura urbana.
As ruas se tornaram espaços de experimentação para diferentes artistas. Letras, personagens, símbolos, cores e intervenções visuais passaram a dividir espaço com pistas de skate, eventos, lojas e outros pontos de encontro da cultura urbana.
Essa proximidade criou uma linguagem visual própria.
O grafite influenciou estampas e identidades de marcas, enquanto o universo do skate também ofereceu espaço para artistas apresentarem seus trabalhos.
Até hoje, essa troca aparece em camisetas streetwear, shapes de skate, murais, cartazes, vídeos e projetos independentes.
A música também faz parte dessa história
Não existe cultura skate sem música.
Ao longo das diferentes gerações, estilos como punk, hardcore, hip-hop, rap e outros gêneros musicais estiveram presentes na vida de muitos skatistas.
Charlie Brown Jr marcou a cultura do skate nos anos 2000. ainda é relevante.
A música aparece nos vídeos de skate, nas sessões, nos eventos e nos encontros da comunidade.
E essa influência não acontece apenas no som.
A música também influencia comportamento, estética, roupas, linguagem e referências visuais.
É por isso que, quando falamos sobre cultura skate e streetwear, estamos falando de um universo muito maior do que simplesmente roupas esportivas.
Como o skate influenciou a moda streetwear?
A roupa sempre teve uma função prática para quem anda de skate.
Camisetas, calças mais largas, moletons e tênis precisavam oferecer liberdade de movimento, conforto e resistência para acompanhar a rotina dos skatistas.
Com o tempo, essas características funcionais passaram a representar também uma identidade.
A moda streetwear incorporou elementos da cultura skate e passou a dialogar com diferentes grupos urbanos.
Pharrell Williams usa o skate como uma de suas maiores fontes de inspiração e o transformou em uma assinatura estética central em suas coleções de moda, inclusive na Louis Vuitton
O que antes era visto principalmente nas pistas e nas ruas começou a aparecer em lojas, editoriais de moda e coleções de grandes marcas.
Hoje, peças como camiseta oversized, calça baggy, cargo, moletom e tênis fazem parte do universo streetwear e podem ser usadas tanto no skate quanto no cotidiano.
Essa transformação mostra como a cultura das ruas consegue influenciar a moda.
Streetwear não é apenas uma tendência
Hoje é comum encontrar o termo “streetwear” associado a tendências, lançamentos e grandes marcas.
Mas sua história é muito mais profunda.
O streetwear está relacionado a diferentes movimentos culturais que nasceram ou ganharam força nas ruas, incluindo skate, hip-hop, música, arte urbana e outras manifestações independentes.
Por isso, falar de streetwear é também falar sobre identidade, comportamento, criatividade e cultura.
A roupa deixa de ser apenas uma necessidade e passa a comunicar quem somos, aquilo que gostamos e os grupos culturais com os quais nos identificamos.
O papel das marcas independentes na cultura skate
As marcas independentes têm um papel importante nessa construção.
Uma marca de skate ou streetwear pode produzir roupas e shapes, mas também pode criar oportunidades para artistas, apoiar skatistas, participar de eventos e contribuir para a movimentação da cena local.
Por trás de um produto com uma arte autoral existe todo um processo criativo envolvendo ilustração, design, fotografia, produção, comunicação e desenvolvimento de produto.
E quando uma marca apoia um evento de skate, por exemplo, não está movimentando apenas os atletas.
Também existe trabalho para fotógrafos, videomakers, designers, artistas, produtores, lojas e diversos profissionais que fazem parte dessa cadeia.
É por isso que fortalecer marcas e iniciativas ligadas à cultura também ajuda a manter esse ecossistema ativo.
O streetwear brasileiro e a cultura local
No Brasil, essa mistura ganhou características próprias.
Skatistas, artistas e marcas brasileiras adaptaram referências internacionais às realidades das nossas cidades, criando novas linguagens visuais e novas formas de expressão.
A cultura urbana brasileira é marcada pela diversidade e pela criatividade.
Algumas das principais marcas de skate desde dos anos 80
Do skate ao grafite, da música à moda, diferentes referências se cruzam e ajudam a construir uma identidade própria.
Nesse cenário, marcas autorais podem ter um papel importante ao desenvolver produtos que não apenas acompanham tendências, mas também contam histórias relacionadas à cultura local.
Por que skate, arte e moda continuam conectados?
Porque os três têm algo fundamental em comum: a expressão individual.
O skate transforma o movimento em linguagem.
A arte transforma ideias em imagens.
A moda transforma identidade em aparência.
Quando essas três linguagens se encontram, surge uma cultura que vai muito além da estética.
É uma forma de ocupar a cidade, criar conexões, fazer parte de uma familia, compartilhar referências e construir identidade.
E talvez seja justamente por isso que, mesmo com tantas mudanças na moda e no comportamento, skate, arte e streetwear continuam caminhando juntos.
A cultura continua em movimento
Novas gerações chegam trazendo novas referências, tecnologias, estilos musicais e formas de produzir arte.
Ao mesmo tempo, elementos históricos do skate continuam sendo revisitados.
Essa mistura entre passado e presente faz parte da própria essência da cultura urbana.
Para quem vive o skate, a arte e a moda, não se trata apenas de acompanhar uma tendência.
Trata-se de fazer parte de uma história que continua sendo construída todos os dias.
Na AMEE Skate Arte, acreditamos que skate, arte e moda fazem parte da mesma linguagem: uma linguagem de criatividade, identidade, liberdade e cultura urbana.
E enquanto houver pessoas criando, andando de skate, desenhando, fotografando, fazendo música e ocupando as ruas, essa história continuará em movimento.
Agora você pode adquirir esta revista incrível pelo site da Amee!!!
O Into the Mirror ja esta na sua 3º edição e na capa ( #3 ) é a Giovana Dias com foto da Anairan e arte da Fabinha (@fabrra) .
Na capa #2 foi a Gabriella Santana, mais conhecida como Gabirinja, com foto do Jr. Pig e arte da Andrea Guandaline . e na capa #1 foi a Vi Mendonça foto de Diego Sarmento e arte da Vitoria Bortolo. E que também saiu o anuncio da Amee =).
Vi Mendonça na Capa
revista #1
O valor da revista é junto com o frete fixo.
1 revista + frete: R$40,00
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Sobre a revista: Depois de 15 anos sem ter uma midia impressa voltada para a cena do skate feminino e LGBTQIA+ nasce a Into The Mirror com uma qualidade incrível de conteúdos sempre trazendo muita arte, skate, vivências e entrevistas nacionais e internacionais. Conteúdo fino feito pela skatista Pipa Souza.
Vale muito!
Esse é o título do documentário sobre a história do skate feminino brasileiro produzido pela Emilie Souza ” Pipa”.
O documentário traz narrativas desde os anos 70 até os dias atuais, de mulheres que andaram de skate e além disso, fomentaram a cena do skate feminino com suas mídias independentes. Essas mulheres fizeram movimentos que possibilitaram que nós estejamos vivendo esse momento atual do skate, da melhor forma possível.
Cabe a nós não encerrar a luta por aqui e continuar reivindicando o que é nosso.
Espero que as narrativas desse documentário te traga alguma inspiração – ( Pipa Souza)
Foi lançado no dia 26/03/22 na Bowlhouse em SP com a presença de muitas skatistas de varias gerações.
Teaser:
No elenco, mulheres de varias gerações que contaram um pouco das suas vivências e contribuições ao skate :
O skate feminino precisa de documentar sua historia que começou antes da década de 70. E melhor ainda se for produzido por mulheres! Muitas coisas aconteceram para fortalecer e deixar o skate feminino forte como é hoje em dia.
Trabalho árduo com lutas ,desafios e muita força. E claro….amor!
Obrigada Pipa e a todas as mulheres que fizeram o skate ser como ele é hoje !!!
Keep pushing!
Confira as fotos de como foi essa grande festa.
Luddy Lourenço, da equipe da Amee, fazendo uma tatto com a Gabi ( @gabirinja )
Evelyn LaineAmee Skate presente! Joao Lucas, Tat Marques e Luddy Lourenço