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Muito antes das medalhas olímpicas, o skate já enfrentava suas próprias batalhas. E muitas delas continuam até hoje.

A história do skate é marcada por resistência, preconceito e uma busca constante por liberdade. Muito além das manobras, o skate nasceu como uma forma de expressão, transformando ruas e espaços urbanos em lugares de criatividade, identidade e pertencimento.

Mas ocupar esses espaços nunca foi tão simples.

Manifestação de skatistas em 88 contra a proibição de andar de skate nas ruas em SP

No Brasil, o skate já foi associado à marginalidade e à desordem. Em 1988, chegou a ser proibido nas ruas de São Paulo. Em outros lugares do mundo, a história não foi muito diferente.

Nos Estados Unidos, skatistas enfrentaram proibições, multas e repressão policial em espaços públicos. Na Inglaterra, leis restringiram a prática em determinadas áreas urbanas. O que para muitos era apenas um esporte, para outros representava uma ameaça à ordem estabelecida.

Em países como o Afeganistão, a luta ganha outra dimensão. Projetos como o Skateistan utilizam o skate como ferramenta de educação e inclusão, especialmente para meninas que enfrentam profundas barreiras sociais e culturais.

Mulheres: uma resistência dentro da resistência

Se o skate precisou lutar para conquistar respeito, as mulheres enfrentaram uma batalha ainda maior.

Durante décadas, precisaram desafiar o machismo, a falta de oportunidades e a ideia de que o skateboard era um universo exclusivamente masculino. A categoria teve uma aceitação e uma adesão de mulheres praticando em 2010, quando Leticia Bufoni ganhando muita visibilidade e ganhando eventos importantes mostrando nivel elevado.

A luta feminina sempre foi muito além das competições. É também pelo direito de ocupar as ruas, participar do mercado, criar marcas, produzir arte, trabalhar nos eventos e ser reconhecida como parte fundamental dessa cultura.

Hoje, o skate feminino conquista visibilidade mundial, mas essa evolução foi construída por gerações de mulheres que resistiram, muitas vezes sem apoio ou reconhecimento.

Leticia Bufoni e Rayssa Leal
Leticia Bufoni e Rayssa Leal nas Olimpiadas

 

HISTÓRIAS DE LUTA E RESISTÊNCIA NO BRASIL E NO MUNDO:

 Skate proibido no Brasil 1988: quando andar de skate virou um ato de resistência

manifestacão de skatistas em 1988- SP

Em São Paulo, a luta pelo direito de andar de skate marcou a história de uma geração. Em 1988, durante a gestão de Jânio Quadros, a prática foi proibida no Parque do Ibirapuera e, posteriormente, em toda a cidade.

 

A resposta veio das ruas. Cerca de 200 skatistas participaram de uma manifestação, levando faixas e um abaixo-assinado com mais de 6 mil assinaturas. Entre os envolvidos na mobilização estava Márcio Tanabe, um dos organizadores do protesto.

Luiza Erundina
Luiza Erundina- 1989

A resistência ganhou força e encontrou apoio em Luiza Erundina, que, ao assumir a Prefeitura em 1989, revogou a proibição e passou a incentivar a prática do skate.

Foi uma conquista coletiva que mostrou a força de uma comunidade disposta a lutar por seu espaço.

Décadas antes de ser celebrado nos Jogos Olímpicos, o skate brasileiro já mostrava que sua maior conquista era a liberdade.

 

Como a união de skatistas salvou pico classico no Centro de SP- Anhangabaú

Salve o Vale! Manifestação dos skatistas na frente da Prefeitura de SP

 Mais uma conquista que entrou para a história do skate.
Em 2019, teve início um projeto de revitalização do local, que poderia condenar todo o pico emblemático da história do
skate brasileiro. Antes de ser derrubado, skatistas se uniram e lutaram por um espaço digno para a demanda de praticantes.

Memorial do Vale construído com as mesmas pedras do antigo projeto

 Inicialmente, a proposta da Prefeitura se resumiu à substituição do clássico monumento composto de arquibancadas por uma pista padrão, com rampas e corrimões. Cientes da possível tragédia, os amantes do spot criaram o movimento Salve o Vale!, criando soluções pra atender da melhor forma às necessidades do skate e da cidade. A partir disso, nasceu a ideia da construção de um memorial “skatável”.
Ref. Red Bull


Resistência em outros lugares do mundo:

1. Afeganistão — O skate como ferramenta de liberdade feminina

O Skateistan nasceu em Cabul, em 2008, utilizando o skateboard para promover educação, inclusão e oportunidades para crianças, principalmente meninas.

meninas no Afeganistão no projeto Skateistan

Em um país marcado por conflitos e severas restrições aos direitos das mulheres, o projeto criou espaços protegidos onde meninas puderam aprender, brincar e desenvolver autonomia.

O exemplo mostra como o skate pode representar muito mais que uma atividade esportiva: pode ser uma forma de resistência à exclusão. É importante distinguir, porém, a repressão aos direitos femininos de uma proibição geral do skateboard.

(Ref. Skateistan )

2. Estados Unidos — A criminalização do skate nas ruas

Na Filadélfia, o famoso LOVE Park tornou-se símbolo de uma disputa entre skatistas e autoridades.

Nos anos 1990 e 2000, a prática foi proibida no local, provocando conflitos, multas e detenções. O espaço era reconhecido mundialmente pela cultura do skate, mas seus frequentadores eram frequentemente tratados como um problema urbano.

Os skatistas perderam esse pico classico – o Love Park

(Ref.Encyclopedia of Greater Philadelphia )

3. Inglaterra — Restrições e multas por andar de skate

Em Manchester, uma regulamentação aprovada em 2001 proibiu a prática do skate em determinadas áreas do centro da cidade.

O caso foi analisado em um estudo publicado no British Journal of Criminology, que discute como restrições urbanas podem transformar uma atividade cultural e esportiva em motivo de punição.
(Ref. OUP Academic )

4. Camboja e África do Sul — O skate contra a exclusão social

Nesses países, o Skateistan também desenvolve projetos que oferecem educação e acesso ao esporte para crianças em situação de vulnerabilidade.

O trabalho tem atenção especial às meninas e demonstra como o skateboard pode ajudar a enfrentar barreiras econômicas, sociais e de gênero.
 

A luta continua

O skateboard chegou aos Jogos Olímpicos, conquistou espaço na mídia e ganhou reconhecimento mundial.
Os pais procuram escolinhas de skate para seus filhos e muitos sonham em ganhar muito dinheiro com o skate. Mas isso não significa que todas as suas batalhas tenham terminado.

Ainda existem preconceitos, desigualdades, falta de incentivo e dificuldades para quem vive o skate fora dos grandes eventos e competições.

O skate não pode ser valorizado apenas pelas medalhas ou pelo mercado de competições que movimenta. É preciso reconhecer suas raízes, sua diversidade e as pessoas que mantêm essa cultura viva.

O skate é uma ferramenta de inclusão social, resgate da violência e das drogas, saúde mental e física dentro de muitos outros benefícios. A historia do skate existe para lembrar a gente dessas conquistas.

Skate, arte e moda: por que essas três linguagens andam juntas?

Skate, arte e moda streetwear fazem parte de uma mesma história: a história da cultura urbana. Muito antes de o streetwear chegar às grandes vitrines e o skate conquistar novos espaços, essas linguagens já se encontravam nas ruas, nas pistas, nos muros, na música e na maneira de se vestir.

 

 

Mais do que uma tendência de moda, o streetwear ligado ao skate nasceu da necessidade de expressão, identidade e pertencimento. Ao longo das décadas, skatistas, artistas, músicos, designers e marcas independentes ajudaram a construir uma estética que continua influenciando a moda contemporânea.

Anuncios marca Stussy 90's
Anuncios marca Stussy 90’s

Mas como skate, arte, música, grafite e moda streetwear ficaram tão conectados?

A cultura do skate vai muito além das manobras

Para entender essa relação, é preciso olhar para o skate como uma manifestação cultural.

O skate transformou a maneira como muitas pessoas enxergam a cidade. Calçadas, escadas, corrimãos, bancos e praças deixaram de ser apenas elementos urbanos e passaram a fazer parte de uma nova forma de expressão.

O skatista observa o espaço de maneira diferente. Encontra possibilidades de movimento, cria novas linhas e transforma obstáculos em desafios.

Essa liberdade de interpretação aproxima o skate da arte.

Assim como um artista utiliza diferentes materiais para transformar uma ideia em imagem, o skatista utiliza o próprio corpo e o ambiente urbano para criar movimento.

Por isso, o skate sempre esteve relacionado a outras manifestações culturais, como música, fotografia, cinema, grafite, design e moda.

Skate e arte: quando o shape vira uma tela

Um dos exemplos mais evidentes dessa relação está nos próprios shapes.

Ao longo da história do skate, os shapes passaram a receber ilustrações, fotografias, personagens, colagens, símbolos e tipografias. O espaço que inicialmente tinha uma função esportiva também se tornou uma superfície para expressão artística.

shape Amee com a arte do Grão. Shape que ganhou premio de melhor desenho em shape no STU Awards

A arte aplicada ao skate ajuda a construir a identidade de uma marca, de um artista ou de uma determinada geração.

Por isso, um shape pode representar muito mais do que um equipamento.

Ele pode carregar uma história, uma referência cultural ou uma ideia.

shape Amee com arte da artista e skatista mirim – Alice Marques de apenas 11 anos

O mesmo acontece com camisetas, moletons, bonés, pôsteres e outros produtos ligados ao streetwear. A imagem passa a fazer parte da identidade de quem usa.

A influência do grafite e da arte urbana

A relação entre skate e grafite também ajudou a formar a estética da cultura urbana.

As ruas se tornaram espaços de experimentação para diferentes artistas. Letras, personagens, símbolos, cores e intervenções visuais passaram a dividir espaço com pistas de skate, eventos, lojas e outros pontos de encontro da cultura urbana.

Essa proximidade criou uma linguagem visual própria.

Veja mais sobre a Gabirinja aqui

O grafite influenciou estampas e identidades de marcas, enquanto o universo do skate também ofereceu espaço para artistas apresentarem seus trabalhos.

Até hoje, essa troca aparece em camisetas streetwear, shapes de skate, murais, cartazes, vídeos e projetos independentes.

A música também faz parte dessa história

Não existe cultura skate sem música.

Ao longo das diferentes gerações, estilos como punk, hardcore, hip-hop, rap e outros gêneros musicais estiveram presentes na vida de muitos skatistas.

Charlie Brown Jr marcou a cultura do skate nos anos 2000. ainda é relevante.

A música aparece nos vídeos de skate, nas sessões, nos eventos e nos encontros da comunidade.

E essa influência não acontece apenas no som.

A música também influencia comportamento, estética, roupas, linguagem e referências visuais.

É por isso que, quando falamos sobre cultura skate e streetwear, estamos falando de um universo muito maior do que simplesmente roupas esportivas.

Como o skate influenciou a moda streetwear?

A roupa sempre teve uma função prática para quem anda de skate.

Camisetas, calças mais largas, moletons e tênis precisavam oferecer liberdade de movimento, conforto e resistência para acompanhar a rotina dos skatistas.

Com o tempo, essas características funcionais passaram a representar também uma identidade.

A moda streetwear incorporou elementos da cultura skate e passou a dialogar com diferentes grupos urbanos.

Pharrell Williams usa o skate como uma de suas maiores fontes de inspiração e o transformou em uma assinatura estética central em suas coleções de moda, inclusive na Louis Vuitton

O que antes era visto principalmente nas pistas e nas ruas começou a aparecer em lojas, editoriais de moda e coleções de grandes marcas.

Hoje, peças como camiseta oversized, calça baggy, cargo, moletom e tênis fazem parte do universo streetwear e podem ser usadas tanto no skate quanto no cotidiano.

Essa transformação mostra como a cultura das ruas consegue influenciar a moda.

Streetwear não é apenas uma tendência

Hoje é comum encontrar o termo “streetwear” associado a tendências, lançamentos e grandes marcas.

Mas sua história é muito mais profunda.

O streetwear está relacionado a diferentes movimentos culturais que nasceram ou ganharam força nas ruas, incluindo skate, hip-hop, música, arte urbana e outras manifestações independentes.

Por isso, falar de streetwear é também falar sobre identidade, comportamento, criatividade e cultura.

A roupa deixa de ser apenas uma necessidade e passa a comunicar quem somos, aquilo que gostamos e os grupos culturais com os quais nos identificamos.

O papel das marcas independentes na cultura skate

As marcas independentes têm um papel importante nessa construção.

Uma marca de skate ou streetwear pode produzir roupas e shapes, mas também pode criar oportunidades para artistas, apoiar skatistas, participar de eventos e contribuir para a movimentação da cena local.

Por trás de um produto com uma arte autoral existe todo um processo criativo envolvendo ilustração, design, fotografia, produção, comunicação e desenvolvimento de produto.

E quando uma marca apoia um evento de skate, por exemplo, não está movimentando apenas os atletas.

Também existe trabalho para fotógrafos, videomakers, designers, artistas, produtores, lojas e diversos profissionais que fazem parte dessa cadeia.

É por isso que fortalecer marcas e iniciativas ligadas à cultura também ajuda a manter esse ecossistema ativo.

O streetwear brasileiro e a cultura local

No Brasil, essa mistura ganhou características próprias.

Skatistas, artistas e marcas brasileiras adaptaram referências internacionais às realidades das nossas cidades, criando novas linguagens visuais e novas formas de expressão.

A cultura urbana brasileira é marcada pela diversidade e pela criatividade.

Algumas das principais marcas de skate desde dos anos 80

 

Do skate ao grafite, da música à moda, diferentes referências se cruzam e ajudam a construir uma identidade própria.

Nesse cenário, marcas autorais podem ter um papel importante ao desenvolver produtos que não apenas acompanham tendências, mas também contam histórias relacionadas à cultura local.

Por que skate, arte e moda continuam conectados?

Porque os três têm algo fundamental em comum: a expressão individual.

O skate transforma o movimento em linguagem.

A arte transforma ideias em imagens.

A moda transforma identidade em aparência.

Quando essas três linguagens se encontram, surge uma cultura que vai muito além da estética.

É uma forma de ocupar a cidade, criar conexões, fazer parte de uma familia, compartilhar referências e construir identidade.

E talvez seja justamente por isso que, mesmo com tantas mudanças na moda e no comportamento, skate, arte e streetwear continuam caminhando juntos.

A cultura continua em movimento

Novas gerações chegam trazendo novas referências, tecnologias, estilos musicais e formas de produzir arte.

Ao mesmo tempo, elementos históricos do skate continuam sendo revisitados.

Essa mistura entre passado e presente faz parte da própria essência da cultura urbana.

Para quem vive o skate, a arte e a moda, não se trata apenas de acompanhar uma tendência.

Trata-se de fazer parte de uma história que continua sendo construída todos os dias.

Na AMEE Skate Arte, acreditamos que skate, arte e moda fazem parte da mesma linguagem: uma linguagem de criatividade, identidade, liberdade e cultura urbana.

E enquanto houver pessoas criando, andando de skate, desenhando, fotografando, fazendo música e ocupando as ruas, essa história continuará em movimento.


AMEE Skate Arte

Skate, arte e streetwear autoral.

Conheça as criações da AMEE e acompanhe nosso conteúdo sobre skate, arte, moda urbana e cultura streetwear.

Vamos começar a postar o resumão da quinzena aqui no blog da Amee Skate & Arte com informações do meio do life style do skate, arte, moda e comportamento… coisas aleatórias, legais, necessárias e inspiradoras!!

Começando pelo :

 – Drop do Mineirinho !

A semana não teve outro assunto a não ser o drop monstro do Sandro Dias Mineirinho.
Ele quebrou record doprando de 70mt !
Para se ter uma ideia a altura dos halfpipes varia com mini ramps medindo entre 0,91 m e 1,5 m, halfpipes padrão com até 4 metros e megarampas podendo superar 5,4 metros… por ai..

A lenda do skate brasileiro Sandro Dias fez história, quebrando dois Guinness World Records™ após descer a rampa construída ao longo da fachada de 22 andares do prédio do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF) em Porto Alegre (RS).
Durante o Red Bull Building Drop, Sandro atingiu uma velocidade de 103 km/h, saindo de uma altura de 70 m do chão e dropando uma rampa de 60 m, que foi medida do ponto mais baixo da rampa até a plataforma de largada. 

fonte: Site Red Bull

– Forum Feminino da CBSK sobre a sustentabilidade do mercado do skate

Teve também o fórum do skate feminino realizado pela CBSK com a skatista e designer Tat Marques ( @tat_marques ) falando sobre a importância da sustentabilidade no mercado do skate. O fórum foi via Google Meet e a matéria completa vai estar disponível aqui no blog em breve!

Um assunto muito importante para quem esta no skate: mercado, skatista, artistas, promotores de eventos, marcas e lojistas…Bem importante saber como se conscientizar para que essa roda não pare de girar.
Assista aqui o forum completo.

– Paris Fashion Week

A Paris Fashion Week é uma das quatro grandes semanas de moda internacionais, onde estilistas apresentam suas coleções de alta-costura e “Prêt-à-porter” ( é uma expressão francesa que significa “pronto para vestir” e se refere a roupas de alta qualidade, produzidas em série e assinadas por estilistas, mas que não são feitas sob medida) duas vezes por ano para as estações Primavera/Verão e Outono/Inverno. O evento, organizado pela Federação Francesa de Alta-Costura e Moda, acontece em Paris e define as tendências que influenciarão a indústria da moda globalmente.

Com 76 desfiles e 36 apresentações, o calendário da SS26 está mais denso do que nunca, abrindo margem para surpresas, encontros inéditos e reconfigurações ousadas. Entre os momentos mais aguardados estão os debuts de Matthieu Blazy na Chanel e Jonathan Anderson na Dior, que assume pela primeira vez a direção de womenswear da maison, após já liderar as coleções masculinas.

Quer ver o calendário completo dos desfiles? cllica aqui 

– Marcos Van Basten lançou o video arte – Inefável

Marcos, skatista e fotografo que ja teve uma collab com a Amee ( veja essa collab aqui )  lançou um video todo em PB que junta skate e fotografia chamado – “inefável”  que vem do latim ineffabilis, que significa “aquilo que não pode ser dito”.

“Inefável é algo tão intenso, belo, profundo ou poderoso que não pode ser completamente descrito !!! “

A união dos dois geram sensações e significados que vão além da fala ou da escrita — a imagem e o movimento juntos transmitem algo único, impossível de traduzir com exatidão.

FILMAGENS/FOTOS & EDÇÃO : @mvanbasten_

veja o filme:

– Marta Linaldi No quadro “Obrigado, Skateboard” da CBSK

O quadro “Obrigado, Skateboard” Marta Linaldi ( @mr_linaldi ), skatista há mais 20 anos e que vem somando diversas vivências e histórias no universo do Skate.
E esta usando a camiseta “Amee a ti mesmo” da Amee Skate 🥰
Obrigada!!

Edição-  @marcelobarkerr

 – Barra Funda – um dos bairros mais “cool”do mundo

 


Sim, essa noticia deixou muitos em duvidas e surpresos! Nós achamos bem legal !!

‘Vida noturna, arte, cultura e comida e bebida a preços acessíveis em cada esquina e em cada canto’⁠📋️🌐⁠
⁠Estes foram os critérios usados pelo guia britânico Time Out para criar o ranking que selecionou a Barra Funda, na capital paulista, como o terceiro bairro mais ‘cool’ do mundo.⁠
⁠
O bairro ficou atrás somente de Jimbōchō, Tóquio (Japão) e Borgerhout, Antuérpia (Bélgica).⁠
⁠
O ranking é feito, segundo a publicação, com base em uma pesquisa com uma rede global de especialistas — um grupo de escritores e editores em várias cidades ligados à revista.⁠
⁠Além dos critérios acima, os avaliadores também consideram se “a diversidade é defendida e os negócios independentes prosperam, desde antigos refúgios até os mais novos espaços de arte de vanguarda.”⁠
⁠
Para a Time Out, os bairros mais legais do mundo “são lugares que representam a alma de nossas cidades, mantendo seu caráter local único que atrai as pessoas para viver, trabalhar e se divertir.”⁠
veja o ranking completo: aqui

Texto tirado do BBC Brasil

– Luddy em Tour na França

A Skatista da Amee, Luddy Lourenço, esta em tour pela França fazendo parte de um projeto chamado Hyperbole onde visa mostrar o poder da mulher no esporte.

Logo logo vamos trazer mais noticias da Luddy na França
=)

 

Por enquanto é isso pessoal.

 Nos fale se curtiu e se tiverem coisas boas relacionados a arte, moda, skate e cultura nos mande email para :
ameeskatearte@gmail.com

AMEE!

A Amee convidou a Gabi (@gabirinja ), com seu estilo único, para fazer essa arte incrível que nos transporta para o nosso interior : “Amee a ti mesmo”.

Mais que uma frase que inspirou o nome da marca, ela representa um estilo de vida. Uma imersão ao autoconhecimento buscando suas próprias verdades e caminhos nesse mundo caótico. E tudo isso olhando com o coração.

Essa arte estampou vários produtos como shapes, camisetas, croppeds, bonés, entre outras peças que estão sendo lançados em partes até outubro. Pra você que gosta do streetwear com originalidade, vai adorar essas peças confortáveis de qualidade.


👉 Cropped manga longa em malha , 100% algodão disponível no site 🚀✨
Clique aqui

 

 

 

 

 Sobre a Gabirinja

 Gabi é skatista, paulistana com 26 anos e 15 anos de skate. Atualmente mora em Barcelona onde alem de andar de skate também faz tatuagens autorais com seu estilo único. Sua característica principal são as letras de pixo ou tags referencia streetwear.

 

Fiquem ligados!

Se inscrevam na nossa newsletters ( clique aqui ) para mais novidades

Amee a ti mesmo
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#ameeskatearte #skatearte #skate #amor #arte #brasil
#tag #lettering #cropped

A arte que saiu no nosso shape pela designer @tat_marques esta concorrendo a um prêmio no @skatetotalurbe Awards 2023 com muitos artistas de peso  🔥

 

Nosso shape “HuG” disponíveis no tamanho 8″e 8,25″

Uma arte que virou até uma tattoo ❤️✨🙌.

Desenho que virou uma tattoo na nossa cliente

Valeu STU por movimentar essa cena tão necessária pra nós. Reconhecer toda essa galera é muito importante e inspirador.

E obrigadx a todxs que acreditam e apoiam a nossa arte 🙌.

Vota aqui

Agora você pode adquirir esta revista incrível pelo site da Amee!!!

O Into the Mirror ja esta na sua 3º edição e na capa ( #3 ) é a Giovana Dias com foto da Anairan e arte da  Fabinha (@fabrra) .

capa: Giovana Dias / Foto: Anairan

Na capa #2  foi  a Gabriella Santana, mais conhecida  como Gabirinja, com foto do Jr. Pig e arte da Andrea Guandaline . e na capa #1 foi a Vi Mendonça foto de Diego Sarmento e arte da Vitoria Bortolo. E que também saiu o anuncio da Amee =).

Capa: Gabirinja / Foto : JR. Pig

O valor da revista é junto com o frete fixo.

1 revista + frete: R$40,00
2 revistas + frete: R$73,00
3 revistas + frete: R$105,00
4 revistas + frete: R$ 138,00

Sobre a revista: Depois de 15 anos sem ter uma midia impressa voltada para a cena do skate feminino e LGBTQIA+  nasce a Into The Mirror com uma qualidade incrível de conteúdos sempre trazendo muita arte, skate, vivências e entrevistas nacionais e internacionais. Conteúdo fino feito pela skatista Pipa Souza.
Vale muito!

COMPRE AQUI

 ” FRAGMENTOS “
Esse é o título do documentário sobre a história do skate feminino brasileiro produzido pela Emilie Souza ” Pipa”.
O documentário traz narrativas desde os anos 70 até os dias atuais, de mulheres que andaram de skate e além disso, fomentaram a cena do skate feminino com suas mídias independentes. Essas mulheres fizeram movimentos que possibilitaram que nós estejamos vivendo esse momento atual do skate, da melhor forma possível.
Cabe a nós não encerrar a luta por aqui e continuar reivindicando o que é nosso.
Espero que as narrativas desse documentário te traga alguma inspiração – ( Pipa Souza)
Foi lançado no dia 26/03/22 na Bowlhouse em SP com a presença de muitas skatistas  de varias gerações.
No elenco, mulheres de varias gerações que contaram um pouco das suas vivências e contribuições ao skate :
 Eliana Sosco  (@elianasosco  )  , Estefania Lima (@estefanialima ), Evelyn Leine ( @evelynleine ) ,
Grazi Oliveira ( @grzlvr ), Karen Jones (@karenjonz ), Liza Araújo ( @liz_angeles ),
 Maria Elaigne ( @mariaelaigne.ferreira), Marta Linaldi ( @mrlinaldi ), Monica Polistchuk  (@monicapolistchuk ), Patiane Freitas ,  Emilie Souza (@pipasouza ),
Priscila Morais ( @skativista ), Tat Marques (@tat_marques ) e Tháyna Gonçalves (@thaynagclvs ) .

O skate feminino precisa de documentar sua historia que começou antes da década de 70. E melhor ainda se for produzido por mulheres!  Muitas coisas aconteceram para fortalecer e deixar o skate feminino forte como é hoje em dia.
Trabalho árduo com lutas ,desafios e  muita força. E claro….amor!

Obrigada Pipa e a todas as mulheres que fizeram o skate ser como ele é hoje !!!
Keep pushing!

Confira as fotos de como foi essa grande festa.

Luddy Lourenço, da equipe da Amee, fazendo uma tatto com a Gabi ( @gabirinja )

 

Evelyn Laine
Amee Skate presente! Joao Lucas, Tat Marques e Luddy Lourenço
Catarina Hu
Pipa Souza sorteando brindes.
Monica Polistchuk
Público atencioso

Skate feminino

Fotos por: @me.vinyreis e @rawskate

 Confira o documentario  completo :

 

Mais:
Into the Mirror

O sucesso de uma sessão depende muito das peças que você escolhe para montar o seu carrinho. Shapes, trucks, rolamentos, rodas e lixas são peças essenciais e precisam de uma atenção especial na qualidade e no desempenho. E o shape é a parte mais importante desse combo!

Os shapes ( também conhecidos como boards ou decks)  são aquelas pranchas sobre as quais apoiamos os nossos pés. Dentre os variados materiais que compõem os shapes, os mais comuns são o maple canadense, o marfim e a fibra ( marfim com fiberglass), porque esses materiais tem maior resistência e durabilidade.

Possuem  7 lâminas bem prensadas e tem diversos tamanhos e moldes. Na Amee tem 4 tamanhos disponíveis: 7,75 ” , 8″ , 8,25″ e 8,5″ com concave leve e nose e tail mais redondos.

 

O QUE SÃO SHAPES DE MARFIM:

Marfim são as madeiras típicas da America do Sul e suas lâminas são selecionadas e tratadas. Ele é bom na resistência com elasticidade da madeira, o marfim tem por originalidade uma madeira flexível , o que evita quebrar com facilidade. Por ser da America do Sul, facilita sua compra e é o shape mais comum em nosso país. Hoje as empresas que produzem shapes tem o maquinário certo e moderno dando um bom acabamento  e deixando os shapes bem prensados.

 

O QUE SÃO SHAPES DE FIBRA  –  MARFIM COM FIBERGLASS :

 Tem a mesma construção do shape de marfim,7 lâminas de madeiras,  porem tem uma camada de fibra de vidro entre as laminas ou por cima da capa do shape o que mais mais durabilidade e deixa o shape mais leve.  A fibra vem para dar a resistência e deixar o shape com o pop duradouro.O peso fica bem próximo do maple.

Os da Amee são todos feitos em fibra. Desde do nosso primeiro shape usamos o fiber glass ( fibra de vidro) e é por isso que todos que usam o shape gostam! É resistente, leve e dura por varias sessões !!

 

shapes de marfim com fiber glass ( fibra )

O QUE SÃO SHAPES DE MAPLE

As madeiras de maple são originarias do Canadá ( por isso maple canadense) e são mais resistentes e leves, porem são mais secas. Outro detalhe é que como são importadas, acabam tendo um preço bem maior comparado aos shapes de marfim. Os shapes de maple da Amee , logo estarão disponíveis no site

 

QUAL TAMANHO DE SHAPE USAR?

Existem muitos tamanhos de shapes, mas na AMEE SKATE trabalhamos com 4 :

7,75″ – 20 cm
8″ – 20,5 cm
8,25 – 21 cm
8,5″ 21,5 cm

Para quem esta começando e quer saber qual tamanho de shape usar, sempre é levado em conta o tamanho do pé para a escolha do shape. Mas o bom é experimentar  e perceber qual tamanho você se adapta melhor e, em quais manobras, o tamanho do shape pode te ajudar. Vai muito da sua adaptação.

 

LUDDY LOURENÇO- shape 8”

 

João Lucas Shape 8,25″

 

Mais shapes aqui

 Loja da Amee

POr: Amee Skate Arte

A pandemia foi (e esta sendo) difícil para todos e no skate não foi diferente! Eventos paralisados, locais para a pratica do skate fechados e aquela tensão no ar.

Mas por um outro lado teve uma reformulação nos formatos tradicionais expandindo o olhar, criando novas experiências sobre o tradicional ( como é o caso de campeonatos realizados em locais físicos) e tirando muitos do conforto … Dificuldades que se transformaram em arte.

 

Luddy Lourenço – Manobra tirada do video produzido para o evento virtual MTZ Pro On 21 e foto dela lesionada durante as gravações. foto e filmagem: Ana Clara

 

Luddy Lourenço,  skatista da equipe da Amee Skate aproveitou bem esse período e participou de muitos eventos nesse novo formato:  STU on Tour, Slides & Grinds,  1º campeonato aberto em Goiânia e filmou para a seleção de imagens para o video de 15 anos do Divas em parceria com  Vans ” Brilha e junto com o João Lucas, skatista do time da Amee e editor, concorreram a ” melhor video parte” no Matriz Skate Pro On 2021, que teve a categoria feminina pela 1ª vez.

O Matriz Skate Pro ON é um evento de vídeos, dividido em categorias, que busca valorizar elementos super importantes do skate de rua: a videoparte, o back2back, fotógrafos e videomakers.

Fomentando não só os skatistas como também os ” profissionais do skate” que também são importante e essencial para a cena.

 

Luddy teve 2 parcerias nesse evento do Matriz:

 •   Melhor video parte que ela teve parceria na edição do João Lucas  que teve um resultado incrível apesar de todas as dificuldades:

 

  • E melhor fotografia em parceria com a fotografa Graci Santiago que ficou entre as 10 finalistas.
Fotografa: Graci Santiago  /  Luddy Lourenço –  Fakie nose grind

 

 

Luddy, Como foi a experiência de filmar para o Matriz?
  Foi doido participar. A vibe e adrenalina de andar na rua, filmando uma vídeo parte foi massa. Foi tenso quando torci o pé, tentei fortalecer de todas as formas possíveis.
Mesmo quando eu estava no banco da praça, fila de mercado, qualquer lugar, eu levava meu elástico e ficava fazendo exercícios. Nos momentos que dava para fazer, estava fazendo!
Fiquei umas semanas sem andar, depois de 20 dias fui tentar dar um Ollie, não deu bom! Continuei pensando que ia dar certo terminar a part a tempo, até que depois de 20 e poucos dias eu consegui já mandar algumas manobras e finalizar.
Sobre a foto do matriz pro eu fiz no mesmo dia que tinha que entrega o vídeo Hahahah
 Você fez tudo no período de isolamento. Isso foi difícil ou te ajudou ?
   No início dessa pandemia eu fiz todo procedimento de ficar em casa, andei de skate dentro de casa, até montei um caixote para mim. Mas depois de alguns meses comecei a voltar para as pistas de skate, usava máscara e seguia a higiene. Acabou não sendo tão difícil, sempre pensei positivo e acreditei que tudo ficaria bem, isso me ajudou a lidar com essa pandemia.
Qual foi o maior desafio nesse período de pandemia?
 Tive vários desafios, mas vou falar do mais recente! Foi fazendo a vídeo parte do Matriz PRO. Tinha um mês e pouco para ficar pronto e cada dia a meta era uma manobra, depois de 7/8 dias eu acabei lesionando o tornozelo com uma trick no pico e fiquei quase 20 dias sem poder andar de skate e 1 semana sem caminhar, só deitada na cama. E todos os dias colocava gelo, fazia exercícios, até em filas de mercado eu estava lá com meu elástico hahah. E faltando 10/9 dias para encerrar, eu consegui finalizar minha vídeo parte.
 Entreguei o vídeo faltando 1 minuto para acabar o prazo, muito louco! tive uma vivência muito legal e de aprendizado.
 João, como foi fazer a edição do vídeo da Luddy para o Matriz Pro On?
Foi corrido, devido a lesão da Luddy alguns meses antes. A maioria das manobras foram filmadas próximas da data limite de envio do vídeo para o campeonato. A edicão final foi feita junto com a Luddy numa chamada de whatsapp no último dia da entrega para poder adicionar as manobras finais. Foi corrido, mas valeu a pena!

Arte usada para o vídeo .
João fez essa arte inspirado na lesão da Luddy

Por: Amee Skate Arte

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