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 ” FRAGMENTOS “
Esse é o título do documentário sobre a história do skate feminino brasileiro produzido pela Emilie Souza ” Pipa”.
O documentário traz narrativas desde os anos 70 até os dias atuais, de mulheres que andaram de skate e além disso, fomentaram a cena do skate feminino com suas mídias independentes. Essas mulheres fizeram movimentos que possibilitaram que nós estejamos vivendo esse momento atual do skate, da melhor forma possível.
Cabe a nós não encerrar a luta por aqui e continuar reivindicando o que é nosso.
Espero que as narrativas desse documentário te traga alguma inspiração – ( Pipa Souza)
Foi lançado no dia 26/03/22 na Bowlhouse em SP com a presença de muitas skatistas  de varias gerações.
No elenco, mulheres de varias gerações que contaram um pouco das suas vivências e contribuições ao skate :
 Eliana Sosco  (@elianasosco  )  , Estefania Lima (@estefanialima ), Evelyn Leine ( @evelynleine ) ,
Grazi Oliveira ( @grzlvr ), Karen Jones (@karenjonz ), Liza Araújo ( @liz_angeles ),
 Maria Elaigne ( @mariaelaigne.ferreira), Marta Linaldi ( @mrlinaldi ), Monica Polistchuk  (@monicapolistchuk ), Patiane Freitas ,  Emilie Souza (@pipasouza ),
Priscila Morais ( @skativista ), Tat Marques (@tat_marques ) e Tháyna Gonçalves (@thaynagclvs ) .

O skate feminino precisa de documentar sua historia que começou antes da década de 70. E melhor ainda se for produzido por mulheres!  Muitas coisas aconteceram para fortalecer e deixar o skate feminino forte como é hoje em dia.
Trabalho árduo com lutas ,desafios e  muita força. E claro….amor!

Obrigada Pipa e a todas as mulheres que fizeram o skate ser como ele é hoje !!!
Keep pushing!

Confira as fotos de como foi essa grande festa.

Luddy Lourenço, da equipe da Amee, fazendo uma tatto com a Gabi ( @gabirinja )

 

Evelyn Laine
Amee Skate presente! Joao Lucas, Tat Marques e Luddy Lourenço
Catarina Hu
Pipa Souza sorteando brindes.
Monica Polistchuk
Público atencioso

Skate feminino

Fotos por: @me.vinyreis e @rawskate

 Confira o documentario  completo :

 

Mais:
Into the Mirror

A pandemia foi (e esta sendo) difícil para todos e no skate não foi diferente! Eventos paralisados, locais para a pratica do skate fechados e aquela tensão no ar.

Mas por um outro lado teve uma reformulação nos formatos tradicionais expandindo o olhar, criando novas experiências sobre o tradicional ( como é o caso de campeonatos realizados em locais físicos) e tirando muitos do conforto … Dificuldades que se transformaram em arte.

 

Luddy Lourenço – Manobra tirada do video produzido para o evento virtual MTZ Pro On 21 e foto dela lesionada durante as gravações. foto e filmagem: Ana Clara

 

Luddy Lourenço,  skatista da equipe da Amee Skate aproveitou bem esse período e participou de muitos eventos nesse novo formato:  STU on Tour, Slides & Grinds,  1º campeonato aberto em Goiânia e filmou para a seleção de imagens para o video de 15 anos do Divas em parceria com  Vans ” Brilha e junto com o João Lucas, skatista do time da Amee e editor, concorreram a ” melhor video parte” no Matriz Skate Pro On 2021, que teve a categoria feminina pela 1ª vez.

O Matriz Skate Pro ON é um evento de vídeos, dividido em categorias, que busca valorizar elementos super importantes do skate de rua: a videoparte, o back2back, fotógrafos e videomakers.

Fomentando não só os skatistas como também os ” profissionais do skate” que também são importante e essencial para a cena.

 

Luddy teve 2 parcerias nesse evento do Matriz:

 •   Melhor video parte que ela teve parceria na edição do João Lucas  que teve um resultado incrível apesar de todas as dificuldades:

 

  • E melhor fotografia em parceria com a fotografa Graci Santiago que ficou entre as 10 finalistas.
Fotografa: Graci Santiago  /  Luddy Lourenço –  Fakie nose grind

 

 

Luddy, Como foi a experiência de filmar para o Matriz?
  Foi doido participar. A vibe e adrenalina de andar na rua, filmando uma vídeo parte foi massa. Foi tenso quando torci o pé, tentei fortalecer de todas as formas possíveis.
Mesmo quando eu estava no banco da praça, fila de mercado, qualquer lugar, eu levava meu elástico e ficava fazendo exercícios. Nos momentos que dava para fazer, estava fazendo!
Fiquei umas semanas sem andar, depois de 20 dias fui tentar dar um Ollie, não deu bom! Continuei pensando que ia dar certo terminar a part a tempo, até que depois de 20 e poucos dias eu consegui já mandar algumas manobras e finalizar.
Sobre a foto do matriz pro eu fiz no mesmo dia que tinha que entrega o vídeo Hahahah
 Você fez tudo no período de isolamento. Isso foi difícil ou te ajudou ?
   No início dessa pandemia eu fiz todo procedimento de ficar em casa, andei de skate dentro de casa, até montei um caixote para mim. Mas depois de alguns meses comecei a voltar para as pistas de skate, usava máscara e seguia a higiene. Acabou não sendo tão difícil, sempre pensei positivo e acreditei que tudo ficaria bem, isso me ajudou a lidar com essa pandemia.
Qual foi o maior desafio nesse período de pandemia?
 Tive vários desafios, mas vou falar do mais recente! Foi fazendo a vídeo parte do Matriz PRO. Tinha um mês e pouco para ficar pronto e cada dia a meta era uma manobra, depois de 7/8 dias eu acabei lesionando o tornozelo com uma trick no pico e fiquei quase 20 dias sem poder andar de skate e 1 semana sem caminhar, só deitada na cama. E todos os dias colocava gelo, fazia exercícios, até em filas de mercado eu estava lá com meu elástico hahah. E faltando 10/9 dias para encerrar, eu consegui finalizar minha vídeo parte.
 Entreguei o vídeo faltando 1 minuto para acabar o prazo, muito louco! tive uma vivência muito legal e de aprendizado.
 João, como foi fazer a edição do vídeo da Luddy para o Matriz Pro On?
Foi corrido, devido a lesão da Luddy alguns meses antes. A maioria das manobras foram filmadas próximas da data limite de envio do vídeo para o campeonato. A edicão final foi feita junto com a Luddy numa chamada de whatsapp no último dia da entrega para poder adicionar as manobras finais. Foi corrido, mas valeu a pena!

Arte usada para o vídeo .
João fez essa arte inspirado na lesão da Luddy

Por: Amee Skate Arte

E começa o primeiro “Trocas de Base” programa de entrevista da Amee Skate Arte em parceria com a WOArte apresentado pelo skatista e editor João Lucas Teixeira.

Recebemos Rafaela Catarina e Luca Tuã da companhia catarinense de circo Cia Circo-íris para uma conversa sobre o trabalho deles que une skate, circo, teatro e trabalhos sociais. 

Conversamos sobre a história e projetos atuais da Circo-íris, a escolinha de skate da companhia, que tem maioria feminina e rompe paradigmas numa cidade do interior do SC, sobre a importância da arte na sociedade e como nós artistas podemos nos organizar para a construção de um mundo melhor, mais justo e com mais igualdade.

Batemos um papo também sobre o “Alimente Nossa Graça”, projeto de financiamento coletivo da companhia e sobre a situação atual da cultura no Brasil e da realidade dos trabalhadores da cultura que sofrem com o isolamento, pandemia e desmonte das instituições de apoio e fomento à cultura.

Assuntos abordados:

01:07 – História da Cia Circo-íris

5:06 – O skate no cotidiano da companhia

13:45 – A escolinha de skate da Cia Cio-íris e as mudanças que o skate traz pra sociedade em que ele está inserido

15:42 – Trabalho comunitário e parcerias entre artistas e comunidade para um mundo melhor

22:55 – Dificuldades dos trabalhadores da cultura, artistas de rua num cenário pandêmico e Lei Aldir Blanc

32:00 – Evento Circo na Rua e importância do investimento e mobilização nas estruturas que mantém as cenas culturais

41:00 – “Alimente Nossa Graça” projeto de financiamento coletivo da Cia Circo-íris

51:42 – Futuro da Cia Circo-íris

Palhaça Pechincha e Palhaço Grapixo em seu (atual) habitat natural, a sede da Circo-íris em Canelinha-SC.
Foto: Isadora Manerich
Mudando o mundo através do skate, o Palhaço Grapixo de Luca Tuã, trabalha com o skate como instrumento de palco, de performance, como algo múltiplo e resignificado. Foto: Acervo Circo-íris
Evento Circo na Rua realizado pela companhia. Foto: Isadora Manerich
A escolinha de skate da Cia Circo-íris tinha maioria de alunas meninas! Hoje a escolinha ainda não voltou às atividades pelas dificuldades da pandemia, mas os skates estão com os alunos, que continuam praticando em casa por conta própria. Foto: Acervo Cia Circo-íris.
Os tempos atuais não estão fáceis para os artistas, temos que nos multiplicar pra arcar com todas as demandas do teletrabalho, a palhaça Pechincha da Rafaela Catarina fotografada por Isadora Manerich
Foto por Isadora Manerich 

COLABORE com o financiamento coletivo da Cia Circo-íris:
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Links:

Cia Circo-íris:

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Confira a programação do Circo na Rua 2021:
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Produzido por Amee Skate Arte e WOArte

Roteiro, apresentação e edição:

João Lucas Teixeira – insta: @joaolucasrt

Arte Gráfica:

Tat Marques – insta: @tatmarques

WOArte – insta: @woarte

Agradecimentos:

Isadora Manerich – insta: @isadoramanerichfotografia

Amee Skate Arte – insta: @ameeskate

Cia Circo-íris – insta: @ciacircoiris

Esta matéria é interessante pelo simples fato do pensamento ter poder. O pensamento são ondas de energias invisíveis aos olhos humanos mas visível para o corpo ( sentidos ) e esse artigo sobre a mensagem da água também nos faz perceber o poder da palavra ( que é outra onda energética transmitida através do som).
Semelhante ao skate e a arte que nos fazem manter o foco energético em melhorar, se superar ou simplesmente alcançar um objetivo o que reflete diretamente no nosso corpo e mente nos deixando mais felizes e satisfeitos ( ou o contrário: quando não conseguimos superar as expectativas ficamos tristes e nervosos).

Vamos começar o ano de 2021 com mais equilíbrio e com mais cautela no que pensamos e falamos.
Não se contamine pela cultura do ódio.
AMEE.

site referencia: Japão em Foco

A mensagem da água

Masaru Emoto – A Mensagem da água

O Sr. Masaru Emoto é um fotógrafo e escritor japonês que vem desenvolvendo experiências e teorias a respeito da água, que tem surpreendido pessoas do mundo todo, apesar de ainda não terem sido comprovadas cientificamente. Segundo o Sr. Masaru Emoto, as estruturas moleculares da água se modificam quando expostas a palavras, sentimentos, música e até imagens.

Já ouviu aquele ditado “As palavras tem poder”? Pois é, esse ditado pode ser aplicado à teoria do Sr. Emoto. Em suas palestras, ele mostra fotografias de cristais de água que foram modificados após um simples “obrigado” ou por palavras rudes, como “Eu te odeio” ( foto acima). Ele também mostra o formato dos cristais de água dependendo da pureza da água e da sua localidade no planeta.

Quando o cristal vem de águas poluídas ou quando é submetido a palavras e sentimentos negativos, sua forma cristalina fica totalmente distorcida, sem aqueles belos padrões geométricos. Vale lembrar que Masaru Emoto tem muitos livros publicados a respeito desse assunto e faz palestras no mundo todo.

Seus experimentos também foram divulgados no filme documentário “Quem somos nós”. Ele fala que 70% do nosso corpo é composto de água e que por causa disso, nossa saúde pode ser afetada quando estamos cercados por vibrações negativas. Ou seja, toda ação gera uma reação em nosso organismo.

Outro experimento curioso que o sr. Emoto fez e que qualquer pessoa pode tentar fazer em casa é o experimento do arroz. Ele colocou arroz cozido em três potes de vidro e depois os cobriu com água. Durante trinta dias, ele proferiu diariamente as palavras “obrigado” para o primeiro pote e “você é um idiota” para o segundo pote. Já o terceiro pote foi totalmente ignorado.

O resultado como você pode ver no vídeo abaixo foi surpreendente. O arroz que recebia o agradecimento sofreu uma fermentação natural. O arroz que recebeu a ofensa, apodreceu e o terceiro arroz que foi ignorado, mofou.

Segundo o Sr. Emoto a experiência ensina uma valiosa lição, especialmente quando se trata de crianças: Devemos conversar e cuidar delas com muito amor, ao invés de trata-las com ofensas, indiferença ou desprezo.

Experimento com arroz do Sr. Massaru Emoto

Por: Amee Skate Arte

 Texto feito pela Tat Marques ( @tat_marques) para o @divaskateras


@vitoriabortolo tem 23 anos e 12 de skate (mais da metade da vida andando de skate). É de Barretos, interior de SP e é a skatista da nova geração que mais se destaca na cena não só por seu estilo único e alto nível de skate mas também pelas suas colaborações com textos e ilustrações para a revista @cemporcentoskate e sendo intermediadora de podcasts da @blackmedia. Ela também foi capa da edição 214 da revista cemporcentoSKATE no ano de 2019, após anos sem uma menina na capa. Acompanhe a entrevista dessa multi artera.⁣

DVS – O skate pra você é…⁣
Essa é uma pergunta muito perguntada, notei que sempre a respondi de um jeito diferente do que da última vez. Nesse contexto, gostaria de resgatar uma lembrança de algo que alguém importante me disse uma vez: “Só gente bem resolvida sabe dizer o que faz nos domingos”. Dentro de minhas compreensões, conseguiram em uma frase pequena, tratar de questões gigantes de esclarecimentos e singularidades das pessoas.⁣
Skate, além de ser minha preferência dentro das minhas coisas preferidas, é minha principal ferramenta de fazer perguntas e achar respostas, skate é minha lupa.⁣
Aos domingos, assim como no resto dos dias da semana, eu prefiro andar de skate.⁣

foto: Anairam ( @anairamdeleon)

 

foto: @allancarvalho para edição #214 da revista @cemporcentoskate

DVS – Qual é a sua arte?⁣
Olha, eu sei fazer imitações de 98% das pessoas que conheço, @britneyscrew e companhia quem o diga (hahaha).⁣

artes- Vitória Bortolo

DVS – O que te fez seguir neste estilo?⁣
Brincadeiras à parte e complementando a pergunta anterior, existe duas formas de se responder a essa pergunta. Profissionalmente/genericamente, me conduzo segundo as demandas, estando sempre consciente do por que e para quem estou fazendo, então nesse contexto, sou mais um camaleão do que eu mesma. Desculpa universo, parte de mim é uma publicitária que só quer saber dos trampos aprovados, aprendi do jeito difícil que minhas convicções não entram em jogo quando você trabalha para alguém. Individualmente (e é a partir daqui que a resposta fica legal) dispenso os mapas e sigo um caminho até a caverna do meu coração para descobrir o que andei cozinhando por ali (hahaha). Troco meu papel de camaleão por minhas singularidades que são variadas e imprevisíveis. Quando crio, escrevo ou ilustro sem pretensões, minhas consequências são sempre diferentes. Então, leitores e leitoras, que duraram até aqui: Me perdoem a redundância, no final das contas, não tenho pré-estética ou pré-assuntos para tratar antes de aparecer com a coisa pronta.⁣

Arte- Vitória Bortolo

DVS – Qual a relação do skate com a sua arte?⁣
O skate me refinou. Metaforicamente e literalmente, é ele quem me transporta para os mais variados universos. Com meu skate, remo colhendo referências por aí.⁣

DVS – De onde vem a inspiração?⁣
Do que me passa.⁣

Capa da revista 100% Skate (@cemporcentoskate ) edição #214 – foto: @allancarvalho

DVS – Quais são suas músicas preferidas na HR da arte?
Gosto dos instrumentais do Angelo Badalamenti, gosto da pegada de Massive Attack, Tricky, Lovage, Smoke City e mais 10 linhas de grupos de trip-hop. Caso vocês gostem da ideia de ‘’skate é arte’’, nas sessões permeio entre pós-punk, uns sonzinhos flashbacks como Tears for Fears, Naked Eyes e Blondie, os alts como The The, House of Love, Sonic Youth, Jesus and Mary Chain, The Cry e etc. E antes que eu seja xingada por ignorar a existência de música nacional, peraê: Vai de Evinha a Metá Metá, tirando o fato de que minhas amigas cariocas já me ensinaram a escutar funk 150bpm.⁣

 

DVS – Para vc, qual a importância da manifestação artística na vida e no skate?⁣
É nessa pergunta que vou ter a atitude escrota de responder com uma frase pronta que não é minha (hahahah). ‘’A arte foi feita para perturbar, a ciência tranquiliza’’. Não se precisa dizer muito mais que isso né? Foi Georges Braque quem disse.⁣

DVS – Quais artistas te inspiram?
Inumeráveis.⁣

 

 

—– Ja viu o novo shape da AMEE  com o desenho do artista plástico Flavio Grão? Clique aqui para saber como foi o processo da arte.

 


#divasskateras #skatefeminino #arteras

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InteraDivas é um espaço de entrevista com as skatistas ( mulheres ) de diferentes gerações, estilos e nível técnico no instagram do Divas Skateras feito pela skatista Tat Marques no intuito de informar e inspirar as pessoas com as diversidades das  histórias.

Divas Skateras é um projeto idealizado pela skatista de Cuiabá Estefânia Lima, desde 2006, para promover e unir as skatistas de diferentes lugares do Brasil. Produziu grandes eventos como o encontro de skate feminino simultâneo no Brasil ” Divas Session” e o vídeo ” We Can Do It ” só com mulheres.

Para ajudar os pequenos (e  para quem gostar de colorir como nós) disponibilizamos alguns desenhos para colorir.
Como sabemos as cores trazem alegria e mantem nossa mente focada . Bom para uma limpeza mental também.

São desenhos de varias épocas da Amee e uns desde de 2009.

Lembrando que a marca é registrada e é proibido  reprodução / cópia de qualquer desenho. 😉

 

 Link para o download:
Clique aqui 
ou pelo DROBOX( clique aqui)

Esperamos ter colaborado com muitas cores alegres com essa fase que o mundo esta passando !
AMEE

#skatearte #ameearte #desenhosparacolorir

  Dia 02 de abril é comemorado o dia mundial da conscientização do autismo e vamos aproveitar para falar da parceria que a AMEE SKATE ARTE tem com o projeto social da skatista @alineskatedantas .
   A Aline trabalha com autistas no intuito de proporcionar a interação social  e o aumento de habilidades motoras entre outras coisas. E tudo isso através do skate.

Os produtos que a AMEE fizer com essa parceria terá o lucro destinado a esse projeto. Infelizmente tivemos que dar uma adiada por causa desse momento delicado que o mundo passa ( covid-19 ) mas com certeza será retomado em breve com muita alegria.  É o #amor + o #skate juntos nessa causa.

Aline ensinando os primeiros passos.


O autismo não é doença, não precisa de cura. Precisa de respeito! O diferente é necessário!

 AMEE
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#ameeskatearte #amee #autismo #diamundialautismo #skatearte #skateboarding #skatesalva

 

O Arteras de hoje é com a Agnes Teixeira Silva ( @agneststattoo )skatista de Porto Alegre e natural de Sapucaia do Sul com 25 anos de idade. Seu primeiro contato com o skate foi aos 10 anos de idade com meu pai e meu irmão mas foi aos 17 anos que se dedicou mais. Começou no street e depois que conheceu seu marido embarcou no downhill também.

DVS – O skate pra você é…
AT -O skate pra mim, é um estilo de vida uma terapia algo que me faz sentir viva de verdade.

DVS – Qual é a sua arte?
AT – A minha arte.. Começou com o desenho no papel, depois foi para o digital e em seguida foi para pele.

DVS – O que te fez seguir este estilo?
AT – A arte que me escolheu e não fui eu que a escolhi pois sempre esteve comigo desde sempre.
DVS – Qual a relação do skate com a sua arte?
AT – A arte acompanha o skate sempre em cada lugar novo paisagem nova, pessoas diferentes estilos diferentes etc.

DVS – De onde vem a inspiração?
AT – A inspiração vem do amor e por tudo que é diferente e a tatuagem é algo que fica eterno no nosso corpo, assim como as cicatrizes que ganhamos com os tombos de skate.

DVS – Para vc, qual a importância da manifestação artística na vida e no skate?
AT – Sem a arte o mundo seria muito sem graça, imagina um mundo sem cor, sem música, sem teatro, sem filme, sem quadros na parede, sem grafite nos muros…. Seria tudo em branco.
É uma forma de protesto também!

DVS – Quais artistas te inspiram?
AT – Frida Kahlo art e Marisa Del Santo no skate.
E todas as mulheres que fazem arte são minha inspiração.
Pois eu sei o quanto é dificil viver da arte ou estar no meio disso.

 

Estúdio: @templolunartattoo
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Texto:@tat_marques .
Fotos: @ceschiniphotography @laurabarrosfoto @gt_fotografia1 @rodriguessfab
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#divaskateras #arteras #skatefeminino #skatearte #tattoo

 

Fonte: @divaskateras

Video com os skatistas de MG com muita trick criativa na rua! Conheça um pouco da historia e do processo criativo do video de skate  Inércia  produzido pela Markizes ( @markizes19)  e explicado por João Lucas.

AM- Por que Inércia?
Nos dias de hoje a gente tem uma vida muito acelerada. A velocidade dos acontecimentos é tão grande que a gente não consegue experiênciá-los de fato porque sempre existe algo pra fazer além daquilo e as coisas passam de modo que não dá nem pra aproveitá-las por completo. Isso gera uma ansiedade pela próxima coisa sempre, num esquema de conquista/recompensa muito mais rápido que 7 anos atras, quando eu comecei a filmar o vídeo por exemplo. E muitas pessoas assim como eu ( Joao Lucas)fica tão absorto nesses esquemas que ficam inertes. Sem movimento, parados em seus processo de experiência, sem aprender com os tropeços da vida e sem conseguir seguir em frente. Eu queria que a partir de um relato meu, que transmitisse essa sensação de ansiedade generalizada, as pessoas pensassem sobre isso, sobre seus processos e experiência passadas para construir um futuro melhor.

AM- Qual foi sua inspiração ?
Todo esse processo foi uma longa caminhada, de momentos maravilhosos mas também momentos muito difíceis. Em alguns momentos eu sentia que não estava fazendo nada nem pra mim quanto mais pro vídeo saca? Eu tava num limbo que imagino que muitas pessoas hoje sentem ou já tenham sentido em algum momento da vida. Queria falar pra essas pessoas não se desanimarem e seguirem em frente, alterarem suas trajetórias e tenham noção de que é um processo longo árduo, mas vale a pena ser feito!
Em 2016, eu sofri eu caí e quebrei o crânio, fiquei na UTI sob coma induzido por 12 dias. Antes disso, eu me sentia num limbo, depois disso, depois de todo aquele susto, processos de recuperação e etc, falando aqui sem um olhar sensacionalista de superação, eu percebi que estava nesse processo e deveria fazer algo pra mudar essas coisas. Ninguém precisa passar por um coma para entender esses processos, mas as vezes precisamos de ajuda e não tem nada de mal nisso, ninguém nasce sabendo. Minhas amigas e meus amigos sempre me apoiaram, sempre estiveram do meu lado quando eu precisei e mesmo que eu não tenham colocados todxs elxs no vídeo, isso é uma mensagem de agradecimento a elxs também!

AM-A edição esta bem legal! Você fez tudo?
O vídeo foi filmado com ajuda de quase todas as pessoas que participaram dele, todos se ajudando ao longo do processo para que algo seja realizado. Além disso, todas as músicas do vídeo, tirando os créditos são de músicos skatistas, que andaram conosco e não deixam o skate de lado nesse meio tempo! Eu editei o vídeo sozinho, mas é impossível dizer que não foi uma produção colaborativa imensa durante todos esses anos <3 .

AM- Você acha que esse vídeo contribui pra cena de skate mineira ? Quem fez parte?
Existem participantes e colaboradores no video de algumas cidades mineiras e cariocas.
Rio Pomba, aonde começou a Cachorro Molhado Crew, da qual faço parte e tenho orgulho de apresentar meus trabalhos fazendo referência a eles. Lavras, aonde morei e fiz parte da Zio, meu primeiro patrocínio oficial e as pessoas que estavam junto comigo produzindo, o João Assis, Boca, o Yago Bertolucci, o Giovanne, o Lucas que aparece no começo do vídeo, o Igor Maciel, que é de São João mas morou em Lavras um tempo, que filmou e produziu comigo. Ouro Preto e Mariana, que eu morei com o Thiago (Cândido) que aparece dando uma sessão na rua e pulando a barreira de transito, que também é de Rio Pomba e também é da CM. BH e Lagoa Santa, com o Douglas Tertuliano, que é de Lagoa Santa, tem imagens no vídeo e já explora a cena de lá de skate.
O Meninsk, que compõem a trilha, é de Rio Pomba, mas mora e produz em BH hoje
A Desmanche, banda da segunda musica, que é do Guilherme Leonal, ex presidente da associação dos skatistas de Ouro Preto (ASKOP) e faz um trabalho interessantíssimo de DIY e luta pelos espaços de skate e incentivo aos skate para crianças
Quase todas as cena em Janaúba, Norte de Minas, aonde tem o “ditch brasileiro” e Bom Sucesso – MG foram filmadas pelo João Ruas (@exxperimentaluser) que é meu primo, não anda de skate mas colaborou esse tempo todo no vídeo.E também o pessoal de Volta Redonda – RJ, Derick Vice, Cadu Azevedo, Maurício Rody, Pedro Henrique Nem (que também foi produtor de incentivo cultural la em VR), Miguel Murilo, Ramon Candido e Vinicius Salgado. Que me receberam lá 8 anos atras e até hoje temos um contato muito proximo e colaboração em produção de projetos de skate.

AM-O que é Markizes?
Markizes (@markizes019) é um selo de produção de vídeos e eventos criado no começo de 2019 para incentivar e dedicar um espaço para a skatearte nos cenários de Barbacena e São João Del Rei pelo Marcos Van Basten e por mim. Ao longo do ano passado realizamos dois eventos chamados de Dia de Skate Arte, o primeiro em uma galeria e escola de arte mantida por um skatista em SJ (@navearte_) com rodas de conversa, shows, campeonato e com uma exposição de arte em shape e arte de skatistas da região com duração de um mês e na segunda edição já introduzimos oficinas e apresentações de teatro ao evento. O objetivo da Markizes é levar a arte de skate e feita por skatistas pra mais pessoas, além do skate e usar essa plataforma do skate e toda sua pluralidade e ferramentas de construção social para a comunidade em que está.
Em 2019, introduzimos o Diego Cow (SJ) e o Jhony Eduardo (BQ) como skatistas e lançamos algumas artes em adesivo, canecas e prints da marca.
Pra 2020 esperamos colocar introduzir alguns nome com vídeo de introdução para colaboração no projeto.


Este é o 1º video do Markizes onde a Amee teve oportunidade de expor alguns dos seus shapes. O evento rolou em São João Del Rey _ MG (2019).

 

 

João Lucas tem 22 anos e mora em São João Del Rey. Estuda teatro e é skatista há 10 anos . Foto: Marcos Van Basten

 

#ameeskatearte

Quem é Você? O seu caráter interior é revelado, como os gregos antigos acreditavam, pela composição de seus traços?  Ou a resposta não tem nada a ver com o seu rosto ?  Vinte e dois artistas exploram a questão em ME: Uma Exposição de Auto-Retrato Contemporâneo, destacando as interseções entre psique, espelho e outro.

 

Com curadoria da editora colaboradora Sugarlift e Juxtapoz, Sasha Bogojev, e apresentada na High Line Nine de Nova York, a exposição ME acontece de 16 a 30 de janeiro de 2020e contará com pinturas e desenhos de 22 artistas internacionais, além de palestrantes convidados explorando o auto-retrato ao longo da história da arte. e cultura contemporânea.

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