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Olá,

Atualmente, nenhum acessório tem sido tão popular quanto o boné. Para os homens, tornou-se praticamente indispensável, assim como a bolsa é para as mulheres… E vale ressaltar que as mulheres também aderiram a esse acessório que oferece proteção e personalidade única. Está presente em todos os setores: streetwear, sportwear, fashion… no segmento luxo… Cada qual com sua interpretação…

No mercado brasileiro, houve um crescimento significativo de empresas produzindo bonés, principalmente porque as fábricas locais adquiriram tecnologia avançada, permitindo que diversas marcas desenvolvam suas coleções próprias, desafiando o domínio das marcas estrangeiras. Uma verdadeira explosão de inovação, variedades e tendências!

Como em qualquer aspecto da moda, precisamos avaliar o processo completo de fabricação do produto, seja para bonés ou qualquer peça de vestuário, calçados… Em minha perspectiva, esse processo engloba:
Inovação, autenticidade, local de produção, motivação, identidade da marca…
Mesmo o item mais básico precisa ter sua própria essência, ou seja, tem que ter alma!
Assim, o cliente contribui e participa de um ciclo extremamente benéfico e positivo.

Neste artigo, utilizarei minha experiência como designer na New Era para detalhar os modelos mais populares da atualidade.

E estes são os 4 estilos mais utilizados no Brasil e globalmente:

 

1) Boné Strapback e Snapback

O que é o ” strapback”? Strapback é o tipo de fechamento que vai atras do boné…Ele geralmente é em tecido, couro ou em fita de nylon e existem diferentes fivelas ( em metal, em plástico e etc)
Então um modelo de boné strapback ele pode ser tanto estruturado, como sem estrutura, baixo, alto, com ou sem costura na frente… Como nas fotos abaixo:

boné na cor clara modelo aba reta com um A bordado em relevo na frente
fechamento em couro sintetico, strapback
menina usando o boné para trás

 

Fechamento em nylom, strapback

 

boné da coca cola em couro imitando cobra
strapback, fechamento com fivela

E o que é o ” snapback”? Snapback também é o tipo de fechamento que vai atras do boné… E ele é em plástico ou de silicone…é de  encaixar ( + das antigas…) ele é vintage e voltou muito forte há + 3 anos… desbancando o boné todo fechado.
Como o boné strapback, ele também pode ser tanto estruturado como sem estutura, baixo, alto, com ou sem costura na frente 5 panels ou 6 panels… Como nas fotos abaixo:

Snapback, fechamento em plastico, ( tradicional)

 

2) Boné 6 panels


Os bonés 6 panels, 6 painéis ( ou gomos) sao os mais comuns ( aba reta) e eles podem ser estruturado ou desestruturados…( com entretela ou sem ) Eles passaram por muitas mudanças: antes se usava só fechado mas já ha algum tempo se usa só aberto, que são os snapbacks e strapbacks descritos acima. A aba pode ser pequena, quadradinha, arredondada…
Como seguem as fotos abaixo:

 

Boné Amee Skate Arte, 6 panels, strapback
Boné , 6 panels, snapback

 

menina com boné para tras usando um skate na rua
Boné , 6 panels, snapback

 

Boné , 6 panels, sem estrutura

 

 

 

3) Boné 5 panels

Os bonés 5 panels, 5 painéis ( ou gomos) é uma novidade, mas que já foi usados ha muitos anos… e também  podem ser estruturado ou desestruturados…( com entretela ou sem ) e snapbacks e strapbacks. A aba pode ser pequena, quadradinha, arredondada…
Como os exemplos abaixo:

 

Boné 5 panel, strapback sem estrutura

 

Boné da Amee Skate Arte 5 panel strapback, só que este lembra o boné modelo trucker- com estrutura ( q nao necessariamente tem tela atras)

 

Boné da Amee Skate Arte 5 panel strapback, só que este lembra o
boné modelo trucker ( q nao necessariamente tem tela atras)

 

boné listrado
Boné  5 panel strapback, só que este lembra o boné modelo trucker
( q nao necessariamente tem tela atras)

 

boné com tecido de cotele na cor verde e sem costura na frente.
Boné  5 panel strapback, só que este lembra o boné modelo trucker (
q nao necessariamente tem tela atras)

 

Boné  5 panel strapback
Boné da Amee Skate Arte, 5 panel strapback, sem estrutura
Boné  5 panel strapback, sem estrutura

4) Boné Dad cap ( aba curva)

O modelo “dad cap” tem como sua maior característica a aba curva . Outra característica importante é que ele não tem estrutura . Muito usado nos dias de hoje, ele também pode ter vários fechamentos…
mas o modelo sempre é o mesmo… Como nestas fotos:

 

 

modelo usando boné skate preto 3 bonés AMEE em tecido confortável com bordado de skate nas cores vinho, areia e preto

 

 

Espero ter ajudado vcs. Qualquer duvida só deixar nos comentários.
😉

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A Amee Skate Arte originalmente se iniciou como uma marca voltada somente para as mulheres e com o passar do tempo simplesmente ficou uma marca de SKATE , ou seja, sem gênero. Isso devido a demanda e a pedidos de todos. Mas a Amee sempre da espaço para o feminino na arte, no skate e em todas as outras areas! Nossa raíz é materna. =)
Amee.

texto original de 2016

A Amee skate deseja as mulheres ainda mais força para continuarem a revolucionar.
E também agradecer as mulheres que fizeram parte da historia da Amee como o 1º model assinado por uma skatista profissional, a Ligiane Xuxa  e a artista plástica que foi a 1º artista a assinar um model também. Sem contar as skatistas da equipe: Emily Souza Pipa, Natalia Niglli, Lorena Fernanda
que sempre nos fortalece testando nossos produtos, fazendo videos e etc.
Queremos agradecer as modelos que vestem Amee Skt Art a Nati da Cunha, a fotográfa Larissa Mattos por fazer um lookbook lindo, a Graci Santiago, por clicar muitas fotos com os produtos…
Enfim… são muitas as mulheres que nos ajudam!
Nós só temos a agradecer.
Obrigada por nos inspirar a fazer o que fazemos.
AMEE!

LIGIANE XUXA- Skatista profissional  e o seu model com a sua arte

 

Lookbook – Larissa Mattos

 

Silvana Mello, artista plástica, e o seu desenho

 

 

 

 

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ORIGEM DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER:

 

O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março. A ideia de criar o Dia da Mulher surgiu no final do Século XIX e início do século XX nos Estados Unidos[1] e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida e trabalho, de direito de voto. Em 26 de agosto de 1910, durante a Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas em Copenhaga, a líder socialista alemã Clara Zetkin propôs a instituição de uma celebração anual das lutas por direitos das mulheres trabalhadoras.[2][3]
As celebrações do Dia Internacional da Mulher ocorreram a partir de 1909 em diferentes dias de fevereiro e março, a depender do país [1]. A primeira celebração se deu em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, seguida de manifestações e marchas em outros países europeus nos anos seguintes, usualmente durante a semana de comemorações da Comuna de Paris, ao final de março. As manifestações uniam o movimento socialista, que lutavam por igualdade de direitos econômicos, sociais e trabalhistas ao movimento sufragista, que lutava por igualdade de direitos políticos. Em 1910, durante uma conferência internacional das mulheres, que antecedeu a realização da reunião da Segunda Internacional Socialista de Copenhague, Dinamarca, foi estabelecido o Dia Internacional da Mulher, celebrado no ano seguinte no dia 19 de março por meio de numerosas manifestações em países como Alemanha, Áustria-Hungria, Dinamarca e Suíça[4].
Posteriormente, no início de 1917 na Rússia, ocorreram manifestações de trabalhadoras russas por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada da Rússia czarista na Primeira Guerra Mundial. Os protestos foram brutalmente reprimidos, precipitando o início da Revolução de 1917.[5][6] A data da principal manifestação, 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), foi instituída como Dia Internacional da Mulher entre o movimento internacional socialista.
Após 1945, a data tornou-se principalmente um feriado comemorado nos países do chamado bloco comunista. Em 1955, segundo as autoras francesas Liliane Kandel e Françoise Picq, surgiu o mito de que a data teria como origem a celebração da luta e da greve de mulheres trabalhadoras do setor têxtil em Nova York em 1857 que haviam sido duramente reprimidas pela polícia ou mortas em um incêndio criminoso na fábrica, segundo diferentes versões do mito. Não há indícios de que isso tenha ocorrido e segundo as autoras, a origem desta versão ocorreu entre feministas francesas que durante a Guerra Fria buscavam uma origem à comemoração que estivesse desvinculada da história da luta socialista [7] [8].
Na antiga União Soviética, durante o stalinismo, o Dia Internacional da Mulher tornou-se elemento de propaganda partidária. Também era amplamente celebrado nos países do bloco socialista na Europa Ocidental.
Nos países ocidentais, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920, tendo sido esquecido por longo tempo e somente recuperado pelo movimento feminista na década de 1960. Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917,[8] costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.
Em 1975, foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres.[9]
 
TEXTO ORIGINAL DA WIKIPEDIA
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