Dia 14 de março na Suzano Skate Park
Vai rolar o clássico evento de skate feminino Girls Skate Jam, onde reune só a mulherada : juízas, locutoras, fotografas, filmakers, DJ, mídias femininas e organização… Uma verdadeira festa para o skate feminino e a AMEE SKATE ARTE esta fazendo parte disso com o apoio e com os produtos la no evento para vcs conhecerem melhor =).
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Street & Park Iniciante
Espaço pra quem tá começando evoluir participação / demonstração (todas recebem medalha🏅)
Pro Open Street & Park premiação em dinheiro para as Top 3 podium + a campeã do Street ganha passagem pro Rolê das Minas com a Rayssa Leal
Demos Adeus a Patti McGee, uma verdadeira pioneira e ícone no mundo do skate. 🛹💕
No dia 16/10/24 ela morreu devido a um AVC. Patti Mcgee tinha 79 anos e era ativa no meio do skate.
Imagem clássica de Patti Mcgee ao ser a primeira skatista a estampar a capa de uma revista.
Patti McGee foi a primeira mulher a se tornar uma skatista profissional e a viajar por diferentes lugares divulgando o esporte. Ela nasceu na Califórnia em 1945 e, no início da adolescência, começou a praticar surf, porém logo levou para o asfalto a adrenalina que sentia em cima de uma prancha.
Na época, não havia lugares para a prática de skate e Patti e seus amigos entravam em estacionamentos vazios para treinarem diferentes manobras.
Em 1965, com 19 anos de idade, Patti McGee venceu o Campeonato Nacional dos Estados Unidos e escreveu seu nome na história do esporte com as manobras que fazia como o e seu lendário handstand, que se tornou um movimento característico que inspirou muitas meninas. Depois dessa importante vitória, ela passou a ser patrocinada pela Hobie Skates, estampou capas de revistas como a Life e começou a viajar pelos Estados Unidos para divulgar o esporte, popularizando-o principalmente entre os mais jovens e impulsionando o skate feminino para os holofotes.
Em 2010, ela foi a primeira mulher a ser introduzida no Hall da Fama do Skate, uma prova de sua influência e legado duradouros.
Patti McGee e sua filha Hailey Villa
There Goes Patti McGee! é uma biografia inspiradora em livro ilustrado da primeira skatista profissional e vencedora do Campeonato Nacional de Skate Feminino de 1964 de Tootie Nienow e Erika Medina .
Feito pelas ilustrações dinâmicas e alegres de Erika Medina, There Goes Patti McGee! nos mostra a vitória de Patti em primeiro lugar na divisão feminina do Campeonato Nacional de Skate de 1964. Ela impressionou os juízes com o que se tornaria seu movimento característico: o handstand ( uma “invertida” em cima do skate. Patti McGee prova que qualquer um pode andar de skate.
Patti foi uma grande inspiração para mulheres do mundo todo. O espírito, o talento e a dedicação de Patti viverão em cada skatista que sonha alto e ultrapassa os limites. Que seu legado continue para sempre.✨
Agora você pode adquirir esta revista incrível pelo site da Amee!!!
O Into the Mirror ja esta na sua 3º edição e na capa ( #3 ) é a Giovana Dias com foto da Anairan e arte da Fabinha (@fabrra) .
Na capa #2 foi a Gabriella Santana, mais conhecida como Gabirinja, com foto do Jr. Pig e arte da Andrea Guandaline . e na capa #1 foi a Vi Mendonça foto de Diego Sarmento e arte da Vitoria Bortolo. E que também saiu o anuncio da Amee =).
Vi Mendonça na Capa
revista #1
O valor da revista é junto com o frete fixo.
1 revista + frete: R$40,00
2 revistas + frete: R$73,00
3 revistas + frete: R$105,00
4 revistas + frete: R$ 138,00
Sobre a revista: Depois de 15 anos sem ter uma midia impressa voltada para a cena do skate feminino e LGBTQIA+ nasce a Into The Mirror com uma qualidade incrível de conteúdos sempre trazendo muita arte, skate, vivências e entrevistas nacionais e internacionais. Conteúdo fino feito pela skatista Pipa Souza.
Vale muito!
O Encontro Plural de Skate que vai rodar o Brasil!
Arte e identidade visual : Tat Marques
No próximo sábado, dia 20, acontece em Goiás a primeira etapa do Vans Divas Meeting. O Encontro Plural de Skate é um espaço aberto às reflexões, à criatividade e ao debate de temas importantes. Com o objetivo de descentralizar informações e trocar conhecimento com todas as mulheres pelo Brasil, o projeto dá voz ao cenário local, nas diferentes cidades que vai passar pelo país.
Em 2022, o Vans Divas Meeting vai rodar por duas capitais: Goiânia, que representa o Centro-Oeste; e São Paulo, que representa a cidade mais importante para o skate no Brasil.
“É preciso enxergar além do eixo sul-sudeste, dar oportunidades para mulheres que sempre dedicaram as suas vidas em prol do skate e do bem comum. Viver fora dos grandes pólos do skate sempre foi uma barreira. É continuar fazendo um trabalho de formiguinha, conquistando espaços e contribuindo para que outras mulheres também tenham seus trabalhos reconhecidos e remunerados. Para mim, é uma vitória.” Falou Estefania Lima, fundadora do Divas Skateras, sobre o olhar amplo do projeto.
“O propósito é criar um ecossistema de mulheres que atuem no mercado esportivo e nada mais incrível do que poder dar esse start com eventos no centro-oeste do país, mapeando essas profissionais e gerando emprego direto para elas.” Acrescentou Renata Lopes, fundadora do Mulheres do Esporte.
O projeto é 100% desenvolvido e executado por mulheres. O Meeting nasceu da parceria entre o Divas Skateras, um movimento de skate feito para empoderar as mulheres do Brasil, com impacto internacional, e a W-Sportech Mulheres do Esporte, um hub de mulheres do mercado esportivo.
as mulheres que estão fazendo acontecer.
as mulheres do staff e que estão fazendo acontecer em GO
O evento terá rodas de conversa para ampliar o diálogo e a mente para as mulheres no skate. O tema Skate Plural vai dar voz ao universo LGBTQIA +, falar sobre xenofobia e a liberdade dos corpos. Na roda Skate e Mídia serão discutidos o papel e espaço da mulher na comunicação e audiovisual do Skate.
As edições são de Street e Bowl e na programação estão clínica, exposição de arte, mostra de vídeo, um Game of Divas e o Best Trick nas atrações do dia.
O Vans Divas Meeting é apresentado pela Vans e tem apoio Amee Skate. Em Goiânia, o evento tem parceria da Ambiente Skate Shop e, em São Paulo, patrocínio Stanley, apoio Crail e parceria Bowlhouse.
Vans Divas Meeting
20 de agosto | Base Ambiente | Goiânia (GO)
10 de setembro | Bowlhouse | São Paulo (SP)
Sobre o Divas Skateras
O Divas Skateras desde 2006 fomenta o skate feminino do Brasil e do Mundo. O projeto foi criado para que as skatistas pudessem se conhecer, trocar experiências, intensificar a interação, dar visibilidade e celebrar este incrível estilo de vida. O Divas Skateras é consagrado um dos maiores e mais importantes projetos existentes deste nicho.
Sobre o Mulheres do Esporte
O MDE é uma W-Sportech, um hub de mulheres que amplia a diversidade e a equidade de gênero no mercado esportivo brasileiro. A plataforma tem por objetivo pesquisar, mapear, integrar, assessorar, capacitar e promover mulheres em todo o território nacional, bem como debater as diferentes realidades regionais e sociais em que elas estão inseridas. Com o propósito de manter um ambiente de troca de conhecimento e vivências diversas em raça, orientação sexual e pessoas com deficiência, é um espaço aberto para o desenvolvimento de pesquisas e dados que inspirem e sobretudo, que alimentem o crescimento profissional, empoderando meninas e mulheres inseridas no universo do esporte.
Apoio: AMEE SKATE ARTE Patrocínio : VANS SKATEBOARDING
Esse é o título do documentário sobre a história do skate feminino brasileiro produzido pela Emilie Souza ” Pipa”.
O documentário traz narrativas desde os anos 70 até os dias atuais, de mulheres que andaram de skate e além disso, fomentaram a cena do skate feminino com suas mídias independentes. Essas mulheres fizeram movimentos que possibilitaram que nós estejamos vivendo esse momento atual do skate, da melhor forma possível.
Cabe a nós não encerrar a luta por aqui e continuar reivindicando o que é nosso.
Espero que as narrativas desse documentário te traga alguma inspiração – ( Pipa Souza)
Foi lançado no dia 26/03/22 na Bowlhouse em SP com a presença de muitas skatistas de varias gerações.
Teaser:
No elenco, mulheres de varias gerações que contaram um pouco das suas vivências e contribuições ao skate :
O skate feminino precisa de documentar sua historia que começou antes da década de 70. E melhor ainda se for produzido por mulheres! Muitas coisas aconteceram para fortalecer e deixar o skate feminino forte como é hoje em dia.
Trabalho árduo com lutas ,desafios e muita força. E claro….amor!
Obrigada Pipa e a todas as mulheres que fizeram o skate ser como ele é hoje !!!
Keep pushing!
Confira as fotos de como foi essa grande festa.
Luddy Lourenço, da equipe da Amee, fazendo uma tatto com a Gabi ( @gabirinja )
Evelyn LaineAmee Skate presente! Joao Lucas, Tat Marques e Luddy Lourenço
A pandemia foi (e esta sendo) difícil para todos e no skate não foi diferente! Eventos paralisados, locais para a pratica do skate fechados e aquela tensão no ar.
Mas por um outro lado teve uma reformulação nos formatos tradicionais expandindo o olhar, criando novas experiências sobre o tradicional ( como é o caso de campeonatos realizados em locais físicos) e tirando muitos do conforto … Dificuldades que se transformaram em arte.
Luddy Lourenço – Manobra tirada do video produzido para o evento virtual MTZ Pro On 21 e foto dela lesionada durante as gravações. foto e filmagem: Ana Clara
Luddy Lourenço, skatista da equipe da Amee Skate aproveitou bem esse período e participou de muitos eventos nesse novo formato: STU on Tour, Slides & Grinds, 1º campeonato aberto em Goiânia e filmou para a seleção de imagens para o video de 15 anos do Divas em parceria com Vans ” Brilha e junto com o João Lucas, skatista do time da Amee e editor, concorreram a ” melhor video parte” no Matriz Skate Pro On 2021, que teve a categoria feminina pela 1ª vez.
O Matriz Skate Pro ON é um evento de vídeos, dividido em categorias, que busca valorizar elementos super importantes do skate de rua: a videoparte, o back2back, fotógrafos e videomakers.
Fomentando não só os skatistas como também os ” profissionais do skate” que também são importante e essencial para a cena.
Luddy teve 2 parcerias nesse evento do Matriz:
• Melhor video parte que ela teve parceria na edição do João Lucas que teve um resultado incrível apesar de todas as dificuldades:
E melhor fotografia em parceria com a fotografa Graci Santiago que ficou entre as 10 finalistas.
Fotografa: Graci Santiago / Luddy Lourenço – Fakie nose grind
Luddy, Como foi a experiência de filmar para o Matriz?
Foi doido participar. A vibe e adrenalina de andar na rua, filmando uma vídeo parte foi massa. Foi tenso quando torci o pé, tentei fortalecer de todas as formas possíveis.
Mesmo quando eu estava no banco da praça, fila de mercado, qualquer lugar, eu levava meu elástico e ficava fazendo exercícios. Nos momentos que dava para fazer, estava fazendo!
Fiquei umas semanas sem andar, depois de 20 dias fui tentar dar um Ollie, não deu bom! Continuei pensando que ia dar certo terminar a part a tempo, até que depois de 20 e poucos dias eu consegui já mandar algumas manobras e finalizar.
Sobre a foto do matriz pro eu fiz no mesmo dia que tinha que entrega o vídeo Hahahah
Você fez tudo no período de isolamento. Isso foi difícil ou te ajudou ?
No início dessa pandemia eu fiz todo procedimento de ficar em casa, andei de skate dentro de casa, até montei um caixote para mim. Mas depois de alguns meses comecei a voltar para as pistas de skate, usava máscara e seguia a higiene. Acabou não sendo tão difícil, sempre pensei positivo e acreditei que tudo ficaria bem, isso me ajudou a lidar com essa pandemia.
Qual foi o maior desafio nesse período de pandemia?
Tive vários desafios, mas vou falar do mais recente! Foi fazendo a vídeo parte do Matriz PRO. Tinha um mês e pouco para ficar pronto e cada dia a meta era uma manobra, depois de 7/8 dias eu acabei lesionando o tornozelo com uma trick no pico e fiquei quase 20 dias sem poder andar de skate e 1 semana sem caminhar, só deitada na cama. E todos os dias colocava gelo, fazia exercícios, até em filas de mercado eu estava lá com meu elástico hahah. E faltando 10/9 dias para encerrar, eu consegui finalizar minha vídeo parte.
Entreguei o vídeo faltando 1 minuto para acabar o prazo, muito louco! tive uma vivência muito legal e de aprendizado.
João, como foi fazer a edição do vídeo da Luddy para o Matriz Pro On?
Foi corrido, devido a lesão da Luddy alguns meses antes. A maioria das manobras foram filmadas próximas da data limite de envio do vídeo para o campeonato. A edicão final foi feita junto com a Luddy numa chamada de whatsapp no último dia da entrega para poder adicionar as manobras finais. Foi corrido, mas valeu a pena!
Arte usada para o vídeo .João fez essa arte inspirado na lesão da Luddy
Entre muitas discussões e reprovações do skate nas Olimpíadas eis que chegou o momento: O skate esta nas Olimpíadas e ainda é a promessa de ouro para o Brasil!
As Olimpíadas em Tóquio 2021 vai ter sua estreia ( cerimônia ) no dia 23 de julho as 8h da manhã e o skate vai ser no dia 25 de julho as 9h ( horário do Japão) .Vai ser transmitido nos canais da Esport Tv e na Globo.
Mas quem são os skatistas que vão participar?
Esta dividido em 2 modalidades: o street e o park e cada modalidade terão 6 skatistas ( 3 masculinos e 3 femininos) no total de 12 skatistas profissionais!
Na modalidade do Street : _ Leticia Bufoni – SP _ Pamela Rosa -SP _ Rayssa Leal – MR _ Kelvin Hoefler – SP _ Felipe Gustavo (Bochecha) – DF _ Giovanni Vianna – Santo Andre- SP
Rayssa Leal
Pamela Rosa
Leticia Bufoni
street feminino
Kelvin Hoefler
Felipe Gustavo
Giovanni Vianna
Street Masculino
Na modalidade Park : _ Yndiara Asp – SC _ Dora Varela – SC _ Isadora Pacheco – SC _ Pedro Barros – SC _ Luiz Franscisco _ Pedro Quintas
Yndiara Asp
Isa Pacheco
Dora Varela
Park Feminino
Pedro Barros
Luiz Franscisco
Pedro Quintas
Park Masculino
Qual a principal chance de medalha do skate brasileiro?
O street feminino é o grande carro-chefe do Brasil nessas Olimpíadas e principal modalidade com chance de medalha. O país conta três skatistas entre as quatro melhores do ranking: Pamela (1º), Rayssa (2º) e Leticia (4º). As três possuem chance de pódio, embora seja complicado que as três conquistem medalhas.
O street masculino brasileiro tem como principal candidato à medalha, Kelvin Hoefler, o então quarto colocado no ranking mundial. Ainda compõem a equipe os atletas Felipe Gustavo e Giovani Vianna, mas 17º e 19º no ranking, respectivamente.
Por outro lado, no park feminino, o brasil é composto por Yndiara Asp, Isadora Pacheco e Dora Varella. Ambas não chegaram à final do Mundial de 2021, mas podem ser surpresas na competição. Dora Varella é a melhor posicionada no ranking, em 9º. Isadora Pacheco é a 11ª, enquanto Yndiara Asp está em 14º.
Por fim, no park masculino, o Brasil também surge como um fortíssimo candidato à medalha. O país terá Luiz Franscisco e o multicampeão Pedro Barros, que então ocupam terceiro e quarto no ranking, respectivamente. Completa a equipe o skatista Pedro Quintas, bronze no Mundial de 2019, mas atual 10º colocado do ranking.
Para chegar ao patamar mais alto do skate é preciso dedicação, muita dedicação. Horas, dias, anos de treinos (e muitos tombos). Praticar qualquer outra atividade além do skate é um desafio e tanto, mas há quem consiga se sair bem também em um segundo esporte. Lembramos aqui de 4 skatistas que são boas em outras modalidades.
Leticia era tão boa no futebol quanto no skate. Até chegar o momento de decidir entre os dois esportes. O tema foi até abordado na série Until 18 (assista no player abaixo). “Foi o momento que eu fiquei mais confusa na minha vida”, diz Leticia sobre a escolha. “Eu queria muito jogar futebol profissional, mas eu também queria conseguir viver do skate”, lembra.
Cara-Beth Burnside
Ela entrou para a história por ser a primeira mulher a estrelar a capa da prestigiada revista “Thrasher”, em agosto de 1989. Em 2003, realizou outro feito inédito ao assinar um modelo de tênis pela Vans. Mas os feitos da Cara-Beth não param por aí: ela também foi membro da equipe de snowboard dos Estados Unidos e quase foi ao pódio nos Jogos de 1998, em Nagano. Terminou em quarto lugar.
Yndiara Asp
Outra skatista brasileira do primeiro escalão mundial, Yndi é conhecida pela potência nas transições, além de conseguir transferir as habilidades e o flow do concreto para as ondas. “Eu agradeço ao surfe por permitir me conectar com a natureza de uma forma tão única”, diz.
Yndiara surfando
Lyn-Z Pastrana
Lyn-Z Pastrana, é uma das melhores do mundo no skate vertical e casada com Travis Pastrana, um ícone do esportes a motor. Foi a primeira mulher a dar um 540 ( veja aqui ). Juntos, o casal gosta de andar de bicicleta em picos incríveis e inacessíveis, onde só é possível chegar de helicóptero.
“O contrato entre Nike e CBSK, com vigência até dezembro de 2020, foi estendido e cobrirá os Jogos Olímpicos de Tóquio, garantindo que a Seleção Brasileira de Skate continue recebendo os uniformes e equipamentos necessários para competir em alto nível”, destacou a empresa em comunicado.
uniforme da Usa, França e Brasil
Anteriormente, a CBSk ( Confederação Brasileira de Skate) se viu obrigada a prospectar uma nova parceira em meio à preparação para os Jogos de Tóquio. Com o adiamento do evento, a própria marca americana renovou seus acordos com as confederações de atletismo e basquete, que iriam até dezembro de 2020.
Carlos Ribeiro com o uniforme da Seleção Brasileira de Skate.
Estreante nos jogos que serão realizados na capital japonesa, cada país pode levar até três atleta por modalidade (park e street) e por genêro (masculino e feminino). Assim, o Brasil tem grandes chances de conseguir medalhas porque alguns dos melhores skatistas do mundo são brasileiros, tanto no masculino como no feminino que é o caso da Rayssa Leal de apenas 13 anos de idade.
Rayssa Leal com o uniforme do Brasil e Paul Rodriguez com o uniforme dos USA.